"Inapelavelmente, há que se valorizar a palavra, na sua mais elementar forma, como na essência da perfeição do seu significado. Revigorá-la é um imperativo. Com o júbilo da coragem e do amor.
A palavra emerge. Viva. Desentranhada dos pensares de quem faz poesia. (Cavalcanti Barros)

"A poesia é a música da alma e, sobretudo, de almas grandes e sentimentais". (Voltaire)

"A poesia está mais próxima da verdade vital do que a história". (Platão)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Soneto ao luar














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No clarão do luar, fulgor crescente

Detém-se em meu olhar, inesquecível,

Ele que encanta o coração da gente,

Ternura que seduz, imperecível.

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Me fala do seu mundo tão distante

E das horas de amor que consolou,

Uma paixão atroz, alucinante,

Velando a ternura que restou.

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A sua luz se espalha em negro manto,

Prata que ameniza um triste pranto

Eterna maravilha em negro céu...

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Mergulho em seu clarão a fantasia,

E guardo n’alma a sua nostalgia,

Envolta na beleza do seu véu.

.Copyright © 2009 by Arlene Miranda
All rights reserved.



2 comentários:

Valderez de Barros disse...

Querida Arlene, teus sonetos me encantam!!! Também mergulho no clarão da lua, envolta na magia dos teus primorosos e lindos versos!!!
Um terno e afetuoso abraço!!!
Dês.

Arlene disse...

Você é, inegavelmente, uma grande poetisa. Em tudo o que escreve há um toque de poesia. O seu comentário sobre o meu "Soneto ao luar" prova o que digo. Quanta poesia! Obrigada, minha querida. Beijos. Arlene.